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Carlinho da Esmeralda

Foto de Carlos José Lima de Almeida
Carlinho da Esmeralda
Carlos José Lima de Almeida (nome civil)
6 eleições entre 2008 e 2024 · último partido AGIR
49 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador
redes informadas ao TSE

Carlinho da Esmeralda (Carlos José Lima de Almeida) disputou 6 eleições entre 2008 e 2024, para vereador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Tangará da Serra em 2016. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por MT: 1.219 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Tangará da Serra/MT, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 325). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 22 mil em 2018 (76% com serviços próprios prestados por terceiros) e R$ 10 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

248 votos em 2024 · 6 eleições

A votação de Carlos José Lima de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 12 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Carlinho da Esmeralda declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Tangará da Serra (MT) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado federal por Mato Grosso em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 3 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 325). Em 2018, 76% dos R$ 22 mil em gastos foram com serviços próprios prestados por terceiros; em 2016, R$ 10 mil em gastos contratados.

Receitas em 2024R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 22 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Tangará da Serra (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
doações de pessoas
partido 53% · pessoas 47%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil85,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 32514,7%
2020Vereador, Tangará da Serra (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
partido 55% · próprios 45%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
doações de pessoas
partido 89% · pessoas 6% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 22 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 17 mil75,9%
  • PessoalR$ 3 mil12,9%
  • Materiais impressosR$ 2 mil6,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil4,5%
Ver as 3 campanhas anteriores
2016Vereador, Tangará da Serra (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
4 doadores pessoas físicas
partido 65% · pessoas 35%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil35,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil29,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 8008,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7857,9%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 712 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil19,5%
2012Vereador, Tangará da Serra (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 62% · pessoas 38% · empresas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 2 mil37,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil21,2%
  • Materiais impressosR$ 1 mil18,7%
  • Serviços de terceirosR$ 81512,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 70010,5%
2008Vereador, Tangará da Serra (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 81% · pessoas 8% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 4 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.