Messias Morais (Manoel Messias Viana Filho) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Santa Rosa do Piauí/PI, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 500). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 35.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados
Messias Morais declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Santa Rosa do Piauí (PI) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1 mil). Em 2012, R$ 35 em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados
Gastos em 2012R$ 35contratados, campanha encerrada
Outras 1 categoriainclui R$ 35 lançados como "diversas a especificar"R$ 35100,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2012—LSanta Rosa do Piauí, Piauí · 26 anos · Lê e escreve · PT · nº 13456 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.