Carlão do S.o.s. (José Carlos Pedro Rodrigues) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Jundiaí/SP, com 246 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Jundiaí/SP, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 622).
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos contratados
Carlão do S.o.s. declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Jundiaí (SP) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 3 mil).
partido e outras campanhas 34% · pessoas 35% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil30,5%
Serviços próprios prestados por terceirosR$ 3 mil26,0%
Materiais impressosR$ 6226,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 5175,3%
Outras 6 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil31,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.