- Materiais impressosR$ 20524,5%
- Publicidade por adesivosR$ 13816,6%
- Outras 1 categoriainclui R$ 492 lançados como "diversas a especificar"R$ 49258,9%
Professor Reginaldo (Reginaldo Fabiano da Silva) disputou 3 eleições entre 2016 e 2024, para vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Águas da Prata em 2024 e 2020. A maior votação foi em 2016, para vereador em Poços de Caldas/MG: 230 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Águas da Prata/SP, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 773 de outras campanhas e R$ 492 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 835, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 205) e publicidade por adesivos (R$ 138). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2020 (44% com produção de jingles, vinhetas e slogans) e R$ 279 em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Reginaldo Fabiano da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professor Reginaldo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Poços de Caldas (MG) em 2016, e vereador em Águas da Prata (SP) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 773 de outras campanhas e R$ 492 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 835, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 205) e publicidade por adesivos (R$ 138). Em 2020, 44% dos R$ 1 mil em gastos foram com produção de jingles, vinhetas e slogans; em 2016, 49% dos R$ 279 em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.