- Materiais impressosR$ 81554,9%
- Publicidade por adesivosR$ 26317,7%
- Serviços de terceirosR$ 22515,2%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 956,4%
- Outras 2 categoriasR$ 855,7%

Gilmar da Reciclagem (Gilmar Ribelato) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Umuarama/PR, com 60 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Umuarama/PR, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 687 de outros recursos do partido e R$ 799 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 815), publicidade por adesivos (R$ 263) e serviços de terceiros (R$ 225).
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Gilmar da Reciclagem declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Umuarama (PR) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 687 de outros recursos do partido e R$ 799 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 815) e publicidade por adesivos (R$ 263).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.