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Marcelo Barril

Foto de Marcelo Gomes de Souza
Marcelo Barril
Marcelo Gomes de Souza (nome civil)
4 eleições entre 2014 e 2026 · último partido DEMOCRATA
50 anos em 2026 · Masculino · Ensino fundamental completo
Corretor de Imóveis, Seguros, Títulos e Valores
Candidato a Deputado Estadual · Rio de Janeiro · Eleições 2026 · DEMOCRATA · nº 35526
redes informadas ao TSE

Marcelo Barril (DEMOCRATA) teve 251 votos para deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Marcelo Barril (Marcelo Gomes de Souza) disputou 4 eleições entre 2014 e 2026, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RJ: 603 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 500 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 800, principalmente com serviços contábeis (R$ 800). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 70% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

251 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Marcelo Gomes de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 1 mil em receitas · R$ 800 em gastos

Marcelo Barril declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Gonçalo (RJ) em 2016, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 500 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 800, principalmente com serviços contábeis (R$ 800). Em 2016, 70% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Gastos em 2022R$ 800campanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2022 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2022Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
FEFC 38% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 800
tudo pago (100%)
  • Serviços contábeisR$ 800100,0%
2016Vereador, São Gonçalo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil70,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 58029,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.