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Alex Peixe

Foto de Alexsander Almeida de Medeiros
Alex Peixe
Alexsander Almeida de Medeiros (nome civil)
5 eleições entre 2012 e 2024 · último partido PSDB
51 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE

Alex Peixe (Alexsander Almeida de Medeiros) disputou 5 eleições entre 2012 e 2024, para vereador, deputado estadual e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Gravataí em 2024, 2020, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RS: 4.285 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Gravataí/RS, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 26 mil de doações privadas (13 doadores). Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil), locação de imóveis (R$ 6 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 7 mil em 2020 (65% com publicidade por adesivos) e R$ 5 mil em 2018.

Vereador · 2024
2.222
votos · Gravataí, Rio Grande do Sul
ELEITO · MÉDIA
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.222 votos em 2024 (eleito) · 5 eleições

A votação de Alexsander Almeida de Medeiros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 28 mil em receitas · R$ 26 mil em gastos

Alex Peixe declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Gravataí (RS) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 26 mil de doações privadas (13 doadores). Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e locação de imóveis (R$ 6 mil). Em 2020, 65% dos R$ 7 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2018, 51% dos R$ 5 mil em gastos foram com publicidade por adesivos.

Receitas em 2024R$ 28 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 26 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 7 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2012 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Gravataí (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 28 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 94%
Gasto contratado
R$ 26 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 16 mil63,8%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil23,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil6,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil4,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 4191,6%
2020Vereador, Gravataí (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
doações de pessoas
FEFC 48% · partido e outras campanhas 11% · pessoas 32% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 7 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 5 mil65,2%
  • Materiais impressosR$ 2 mil20,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil13,9%
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 13% · pessoas 87%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil51,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil21,8%
  • Serviços de terceirosR$ 4008,5%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 701,5%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 800 lançados como "diversas a especificar"R$ 80017,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
2016Vereador, Gravataí (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 53% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil46,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil20,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil10,4%
  • Locação de imóveisR$ 9009,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil13,2%
2012Vereador, Gravataí (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
11 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7 mil35,4%
  • Materiais impressosR$ 5 mil29,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil20,9%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 3 mil14,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.