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Tio Couto

Foto de Jurandir da Silva Gonçalves
Tio Couto
Jurandir da Silva Gonçalves (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PL
55 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciante

Tio Couto (Jurandir da Silva Gonçalves) disputou 5 eleições entre 2000 e 2020, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Inhangapi em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2012, para vereador em Inhangapi/PA: 180 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Inhangapi/PA, declarou R$ 600 em receitas, de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 866 em 2016 (46% com serviços de terceiros) e R$ 150 em 2012.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

104 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Jurandir da Silva Gonçalves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 600 em receitas

Tio Couto declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Inhangapi (PA) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 600 em receitas, de outras campanhas. Em 2016, 46% dos R$ 866 em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 100% dos R$ 150 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 600campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 866contratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereador, Inhangapi (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 600
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Inhangapi (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 866
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 31% · pessoas 69%
Gasto contratado
R$ 866
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 40046,2%
  • Materiais impressosR$ 26630,7%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 20023,1%
2012Vereador, Inhangapi (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 150
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 150
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 150100,0%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Inhangapi (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 300
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 300
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 22073,3%
  • Materiais impressosR$ 8026,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.