Serginho (Sérgio Fernandes Filho) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para vereador e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Carapicuíba em 2012, 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por SP: 7.400 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Carapicuíba/SP, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 6 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 730). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 21 mil em 2016 (62% com pessoal) e R$ 70 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
1.824 votos em 2020 · 7 eleições
A votação de Sérgio Fernandes Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 12 mil em receitas · R$ 9 mil em gastos
Serginho declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Carapicuíba (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado federal por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Em 2016, 62% dos R$ 21 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2014, R$ 70 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 9 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 21 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 12% · pessoas 55% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 7 mil16,0%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil10,5%
Materiais impressosR$ 7001,7%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 14menos de 0,1%
Outras 1 categoriaR$ 30 mil71,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020SUPLENTE1.824LCarapicuíba, São Paulo · 55 anos · Branca · Superior completo · Servidor Público Estadual · PATRIOTA · nº 51222 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2016SUPLENTE1.845LCarapicuíba, São Paulo · 51 anos · Parda · Superior completo · PRB · nº 10610 · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA1.211LCarapicuíba, São Paulo · 35 anos · Superior incompleto · PSDB · nº 45610 · ver resultado completo
Coligação: PTB / PSB / PSDB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.