Chico do Settaport (PT) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 9.639 votos, pelo resultado oficial do TSE. Chico do Settaport (Francisco José Nogueira da Silva) disputou 6 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Santos em 2024, 2020 e 2016. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por SP: 13.147 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 217 mil em receitas: R$ 191 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 220 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 97 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil) e serviços contábeis (R$ 15 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 182 mil em 2024 (58% com serviços de terceiros) e R$ 510 mil em 2022.
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Evolução da votação nas eleições
9.639 votos em 2026 · 6 eleições
A votação de Francisco José Nogueira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 217 mil em receitas · R$ 220 mil em gastos contratados
Chico do Settaport declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Santos (SP) em 2012, 2016, 2020 e 2024, deputado federal por São Paulo em 2022, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 217 mil em receitas: R$ 191 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 220 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 97 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil); R$ 130 mil já foram pagos. Em 2024, 58% dos R$ 182 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2022, 56% dos R$ 510 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Receitas em 2026R$ 217 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 220 milcontratados, parcial; R$ 130 mil pagos
Gastos em 2024R$ 182 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 8% · pessoas 56% · empresas 11% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 53 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 22 mil41,5%
Correspondências e despesas postaisR$ 11 mil21,7%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil10,6%
Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil10,5%
Outras 9 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil15,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.