Valdeci Vilar Matheus

Foto de Valdeci Vilar Matheus
Valdeci Vilar Matheus
2 eleições entre 2012 e 2016 · PTB
50 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
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Valdeci Delano (Valdeci Vilar Matheus) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Jundiaí em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Jundiaí/SP: 2.935 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Jundiaí/SP, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil), pessoal (R$ 6 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil, 53% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

2.688 votos em 2016 (eleito) · 2 eleições

A votação de Valdeci Vilar Matheus em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 33 mil em receitas · R$ 33 mil em gastos contratados

Valdeci Delano declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Jundiaí (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e pessoal (R$ 6 mil). Em 2012, 53% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 33 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 33 milcontratados
Gastos em 2012R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Jundiaí (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 33 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 81% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 33 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 17 mil49,6%
  • PessoalR$ 6 mil17,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil11,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil8,1%
  • Outras 6 categoriasR$ 4 mil12,5%
2012Vereador, Jundiaí (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 54% · empresas 46%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil53,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil28,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil14,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1802,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 1001,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Valdeci Vilar Matheus (Valdeci Delano): candidaturas e votos · Radar do Voto