Chico da Venda (Francisco José de Brito) disputou 7 eleições entre 1996 e 2024, para vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Mateus Leme em 2024, 2020 e 2012. A maior votação foi em 2024, para vereador em Mateus Leme/MG: 410 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Mateus Leme/MG, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 838 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 800) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 2). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2020 (64% com militância e mobilização de rua) e R$ 6 mil em 2016.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
410 votos em 2024 (eleito) · 7 eleições
A votação de Francisco José de Brito em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2024: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos
Chico da Venda declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Mateus Leme (MG) em 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 838 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 800). Em 2020, 64% dos R$ 4 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2016, R$ 6 mil em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 4 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 6% · pessoas 8% · próprios 87%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 2 mil50,1%
Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil24,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4308,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3607,4%
Outras 2 categoriasinclui R$ 380 lançados como "diversas a especificar"R$ 4308,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004SUPLENTE189LMateus Leme, Minas Gerais · 40 anos · Ensino fundamental incompleto · Comerciante · PTB · nº 14630 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2000SUPLENTE170LMateus Leme, Minas Gerais · 36 anos · Ensino fundamental incompleto · Vendedor de Comercio Varejista e Atacadista · PTB · nº 14630 · ver resultado completo
Vereador · 1996109não eleitoLMateus Leme, Minas Gerais · 32 anos · Ensino fundamental incompleto · PFL · nº 25694 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.