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Wellington Cabral

Foto de Wellington Luiz Cabral
Wellington Cabral
Wellington Luiz Cabral (nome civil)
6 eleições entre 2008 e 2020 · PSOL
57 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Químico
redes informadas ao TSE

Wellington Cabral (Wellington Luiz Cabral) disputou 6 eleições entre 2008 e 2020, para vice-prefeito, deputado federal e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por SP: 1.730 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por SP, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 100 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 400 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), correspondências e despesas postais (R$ 2 mil) e pessoal (R$ 960). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2016 (49% com publicidade por materiais impressos) e R$ 2 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

1.730 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Wellington Luiz Cabral em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. FederalVereadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos

Wellington Cabral declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2010 e 2018, e vereador em São José dos Campos (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 100 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 400 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 2 mil). Em 2016, 49% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 100% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2018R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42010, 2012, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
FEFC 2% · Fundo Partidário 52% · pessoas 40% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 3 mil45,4%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 2 mil25,0%
  • PessoalR$ 96016,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 65010,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 1702,8%
2016Vereador, São José dos Campos (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 23% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil49,4%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 60022,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 35013,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 31111,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 833,1%
2012Vereador, São José dos Campos (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil100,0%
Ver a campanha anterior
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 54% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil42,1%
  • Materiais impressosR$ 2 mil33,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 651,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil23,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.