Wilians do Oswaldo

Foto de Wilians Junior da Silva
Wilians do Oswaldo
Wilians Junior da Silva (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · último partido PP
28 anos em 2016 · Masculino · Superior incompleto
Motorista de Veículos de Transporte de Carga

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Wilians do Oswaldo (Wilians Junior da Silva) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Bandeira do Sul em 2016. A maior votação foi em 2016, para vereador em Bandeira do Sul/MG: 135 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Bandeira do Sul/MG, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 120 de outras campanhas, R$ 850 de doações privadas (4 doadores) e R$ 245 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 500), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 350) e publicidade por adesivos (R$ 205). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 50% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

135 votos em 2016 (eleito) · 2 eleições

A votação de Wilians Junior da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados

Wilians do Oswaldo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Bandeira do Sul (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 120 de outras campanhas, R$ 850 de doações privadas (4 doadores) e R$ 245 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 500) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 350). Em 2012, 50% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados
Gastos em 2012R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Bandeira do Sul (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 70% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 50040,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 35028,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 20516,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1008,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 917,3%
2012Vereador, Bandeira do Sul (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 2% · próprios 98%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 54049,5%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 35032,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 20018,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892