Fabiano Pereira

Foto de Fabiano Pereira
Fabiano Pereira
8 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PSB
47 anos em 2020 · Masculino · Superior incompleto
Deputado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fabiano Pereira disputou 8 eleições entre 2000 e 2020, para vice-prefeito, deputado estadual, prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2006 e 2002; vereador de Santa Maria em 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RS: 74.511 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RS, declarou R$ 134 mil em receitas: R$ 47 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 73 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 168 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 76 mil), pessoal (R$ 55 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 12 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 381 mil em 2016 (59% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 835 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

20.926 votos em 2018 · 8 eleições

A votação de Fabiano Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 134 mil em receitas · R$ 168 mil em gastos contratados

Fabiano Pereira declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006 e 2018, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010 e 2014, e prefeito em Santa Maria (RS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 134 mil em receitas: R$ 47 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 73 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 168 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 76 mil) e pessoal (R$ 55 mil). Em 2016, 59% dos R$ 381 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2014, 52% dos R$ 835 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 134 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 168 milcontratados
Gastos em 2016R$ 381 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 134 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 35% · pessoas 54% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 168 mil
pago: R$ 134 mil (80%)
  • Materiais impressosR$ 76 mil45,4%
  • PessoalR$ 55 mil32,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 12 mil7,1%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil3,2%
  • Outras 6 categoriasR$ 19 mil11,5%
2016Prefeito, Santa Maria (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 99 mil
5 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 46% · pessoas 31% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 381 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 225 mil59,0%
  • Serviços de terceirosR$ 71 mil18,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 31 mil8,2%
  • Materiais impressosR$ 24 mil6,3%
  • Outras 5 categoriasR$ 30 mil7,8%
2014Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 605 mil
19 doadores pessoas físicas
partido 16% · pessoas 22% · empresas 54% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 835 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 435 mil52,1%
  • Serviços de terceirosR$ 230 mil27,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 77 mil9,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 21 mil2,5%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 15 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 71 mil8,5%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 576 mil
23 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 35% · pessoas 12% · empresas 53%
Gasto contratado
R$ 576 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 198 mil34,4%
  • Materiais impressosR$ 90 mil15,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 49 mil8,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 46 mil8,0%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 24 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 62 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 193 mil33,5%
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 160 mil
33 doadores pessoas físicas
pessoas 46% · empresas 38% · próprios 7% · outras 9%
Gasto contratado
R$ 147 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 45 mil30,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 22 mil14,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil10,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil6,6%
  • Outras 13 categoriasR$ 56 mil37,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2000, 2002 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892