Colla

Foto de Sergio Rodrigo Colla
Colla
Sergio Rodrigo Colla (nome civil)
3 eleições entre 2016 e 2020 · PSDB
50 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Colla (Sérgio Rodrigo Colla) disputou 3 eleições entre 2016 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Santa Rosa/RS: 10.089 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Santa Rosa/RS, declarou R$ 80 mil em receitas: R$ 55 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 540 do Fundo Partidário e R$ 24 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 33 mil em 2018 (86% com serviços de terceiros) e R$ 167 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

2.054 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Sergio Rodrigo Colla em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 80 mil em receitas · R$ 32 mil em gastos contratados

Colla declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Santa Rosa (RS) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 80 mil em receitas: R$ 55 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 540 do Fundo Partidário e R$ 24 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Em 2018, 86% dos R$ 33 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2016, 55% dos R$ 167 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2020R$ 80 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 32 milcontratados
Gastos em 2018R$ 33 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Prefeito, Santa Rosa (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 80 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 69% · Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 30%
Gasto contratado
R$ 32 mil
pago: R$ 11 mil (34%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 30 mil93,7%
  • Materiais impressosR$ 1 mil3,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil3,1%
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 44 mil
4 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
Fundo Partidário 4% · partido e outras campanhas 59% · pessoas 36%
Gasto contratado
R$ 33 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 29 mil86,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil5,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil5,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 8002,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 2630,8%
2016Prefeito, Santa Rosa (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 167 mil
7 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 79% · pessoas 21%
Gasto contratado
R$ 167 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 92 mil55,2%
  • Materiais impressosR$ 33 mil19,8%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 14 mil8,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 6 mil3,8%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 200 lançados como "diversas a especificar" e R$ 8 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 21 mil12,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892