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Zezinho Sabará

Foto de José Ortiz Lins
Zezinho Sabará
José Ortiz Lins (nome civil)
5 eleições entre 2008 e 2024 · último partido PSD
61 anos em 2024 · Masculino · Ensino fundamental completo
Vereador
redes informadas ao TSE

Zezinho Sabará (José Ortiz Lins) disputou 5 eleições entre 2008 e 2024, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Curitiba em 2024, 2020 e 2016. A maior votação foi em 2016, para vereador em Curitiba/PR: 8.473 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Curitiba/PR, declarou R$ 156 mil em receitas: R$ 59 mil de outras campanhas e R$ 97 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 144 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 111 mil), publicidade por adesivos (R$ 12 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 64 mil em 2020 e R$ 21 mil em 2016.

Vereador · 2024
7.740
votos · Curitiba, Paraná
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

7.740 votos em 2024 (eleito) · 5 eleições

A votação de José Ortiz Lins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 156 mil em receitas · R$ 144 mil em gastos

Zezinho Sabará declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Curitiba (PR) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 156 mil em receitas: R$ 59 mil de outras campanhas e R$ 97 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 144 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 111 mil) e publicidade por adesivos (R$ 12 mil). Em 2020, R$ 64 mil em gastos; em 2016, 76% dos R$ 21 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2024R$ 156 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 144 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 64 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Curitiba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 156 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 38% · pessoas 62%
Gasto contratado
R$ 144 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 111 mil77,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 12 mil8,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil3,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil3,5%
  • Outras 5 categoriasR$ 10 mil6,9%
2020Vereador, Curitiba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 71 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 7% · pessoas 65% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 64 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 23 mil36,8%
  • Materiais impressosR$ 21 mil32,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 5 mil7,8%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil7,1%
  • Outras 5 categoriasR$ 10 mil15,9%
2016Vereador, Curitiba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 53% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 16 mil76,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil10,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil5,4%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil4,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 6002,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Curitiba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 33% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil65,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil10,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil6,7%
  • AlimentaçãoR$ 6154,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil12,9%
2008Vereador, Curitiba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 21% · pessoas 2% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil76,5%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 1802,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil21,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.