Jairo (Jairo Alfredo Oliveira Carneiro) disputou 6 eleições entre 1994 e 2016, para prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por BA: 69.733 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Feira de Santana/BA, declarou R$ 323 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 322 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 323 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 170 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 62 mil) e publicidade por carros de som (R$ 45 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 145 mil em 2010 e R$ 410 mil em 2006.
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Evolução da votação nas eleições
8.812 votos em 2016 · 6 eleições
A votação de Jairo Alfredo Oliveira Carneiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 323 mil em receitas · R$ 323 mil em gastos contratados
Jairo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006 e 2010, e prefeito em Feira de Santana (BA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 323 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 322 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 323 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 170 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 62 mil). Em 2010, R$ 145 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 410 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 323 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 323 milcontratados
Gastos em 2010R$ 145 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 13% · empresas 73% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 410 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 109 mil26,6%
Serviços de terceirosR$ 55 mil13,3%
Outras 12 categoriasinclui R$ 222 lançados como "diversas a especificar"R$ 246 mil60,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 1994ELEITO42.247GBA · 50 anos · Superior completo · PFL · nº 2515 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.