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Rita

Foto de Rita Elaine Borges Lopes
Rita
Rita Elaine Borges Lopes (nome civil)
6 eleições entre 2008 e 2024 · PP
55 anos em 2024 · Feminino · Superior incompleto
Dona de Casa
redes informadas ao TSE

Rita (Rita Elaine Borges Lopes) disputou 6 eleições entre 2008 e 2024, para vice-prefeita, vereadora e deputada estadual, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 3 vezes: vice-prefeita de Butiá em 2024; vereadora de Butiá em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por RS: 3.223 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Butiá/RS, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 30 do Fundo Partidário, R$ 700 de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil), serviços de terceiros (R$ 700) e publicidade por adesivos (R$ 630). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 48 mil em 2014 (52% com militância e mobilização de rua) e R$ 2 mil em 2012.

Vice-Prefeito · 2024
6.559
votos · Butiá, Rio Grande do Sul · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

414 votos em 2016 · 6 eleições

A votação de Rita Elaine Borges Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Rita declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Butiá (RS) em 2008, 2012 e 2016, e deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 30 do Fundo Partidário, R$ 700 de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e serviços de terceiros (R$ 700). Em 2014, 52% dos R$ 48 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2012, 53% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2014R$ 48 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Butiá (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário menos de 1% · partido 13% · pessoas 28% · próprios 58%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil37,0%
  • Serviços de terceirosR$ 70013,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 63011,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5009,4%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 261 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil28,7%
2014Deputada estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 48 mil
doações de pessoas
partido 52% · pessoas 15% · empresas 33%
Gasto contratado
R$ 48 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 25 mil51,7%
  • Materiais impressosR$ 7 mil15,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil9,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil6,9%
  • Outras 8 categoriasR$ 8 mil16,2%
2012Vereadora, Butiá (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 32% · próprios 64%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 92252,6%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 40022,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 20511,7%
  • Serviços de terceirosR$ 1216,9%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 4 lançados como "diversas a especificar"R$ 1045,9%
Ver a campanha anterior
2008Vereadora, Butiá (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 24% · próprios 71%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil52,4%
  • PessoalR$ 2 mil29,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 3907,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2003,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 3717,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleita em 2008, 2012 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.