Vanda de Olavo (Vanda de Vasconcelos Oliveira) disputou 6 eleições entre 2010 e 2022, para deputada estadual, prefeita e vereadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Santa Rita em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por PB: 4.290 votos. Na campanha de 2022 para deputada estadual por PB, declarou R$ 228 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil do Fundo Partidário e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 225 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 60 mil), serviços de terceiros (R$ 53 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 35 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 280 mil em 2020 e R$ 13 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
2.111 votos em 2022 · 6 eleições
A votação de Vanda de Vasconcelos Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 228 mil em receitas · R$ 225 mil em gastos
Vanda de Olavo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada estadual por Paraíba em 2010 e 2022, vereadora em Santa Rita (PB) em 2012 e 2016, e prefeita em Santa Rita (PB) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 228 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil do Fundo Partidário e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 225 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 60 mil) e serviços de terceiros (R$ 53 mil). Em 2020, R$ 280 mil em gastos; em 2016, R$ 13 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 228 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 225 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 280 milcampanha encerrada; tudo pago
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5002,3%
Outras 3 categoriasinclui R$ 330 lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil38,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2022SUPLENTE2.111GPB · 55 anos · Parda · Superior completo · Dona de Casa · UNIÃO · nº 44888 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2020NÃO ELEITO3.030LSanta Rita, Paraíba · 53 anos · Parda · Superior completo · Vereador · DEM · nº 25 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2014—GPB · 47 anos · Branca · Superior completo · Vereador · PT do B · nº 70888 · situação constava como inapto nos dados do TSE · ver a eleição
Coligação: PT do B / SD / PPS / PTN / PMN / PSDC / PRB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.