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Ademar do Sindicato

Foto de Ademar Cantanhede Ramos
Ademar do Sindicato
Ademar Cantanhede Ramos (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PSDB
55 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Pescador

Ademar do Sindicato (Ademar Cantanhede Ramos) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Rosário em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Rosário/MA: 754 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Rosário/MA, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 3 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 77% com publicidade por materiais impressos.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

371 votos em 2016 (eleito) · 3 eleições

A votação de Ademar Cantanhede Ramos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 9 mil em receitas · R$ 9 mil em gastos contratados

Ademar do Sindicato declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Rosário (MA) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 3 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Em 2012, 77% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 9 milcontratados
Gastos em 2012R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Rosário (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 55% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil29,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil24,7%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil21,1%
  • Materiais impressosR$ 1 mil12,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil11,5%
2012Vereador, Rosário (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 82% · empresas 18%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil76,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil23,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.