Buscar

Gleison da Paragas

Foto de Gleison Nunes Cordeiro
Gleison da Paragas
Gleison Nunes Cordeiro (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · PTB
34 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio incompleto
Empresário
redes informadas ao TSE

Gleison da Paragas (Gleison Nunes Cordeiro) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em São Félix do Xingu/PA, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 362 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 994 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil), publicidade por adesivos (R$ 930) e serviços de terceiros (R$ 880).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

125 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Gleison Nunes Cordeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Gleison da Paragas declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em São Félix do Xingu (PA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 362 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 994 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e publicidade por adesivos (R$ 930).

Receitas em 2016R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados
Campanhas12016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, São Félix do Xingu (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 76% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil61,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 93016,2%
  • Serviços de terceirosR$ 88015,3%
  • Materiais impressosR$ 1753,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 187 lançados como "diversas a especificar"R$ 2514,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.