Jorge Fuzil

Foto de Jorge Antonio da Silva
Jorge Fuzil
Jorge Antonio da Silva (nome civil)
4 eleições entre 2012 e 2018 · PC do B
57 anos em 2018 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Aposentado (exceto Servidor Público)

Jorge Fuzil (Jorge Antônio da Silva) disputou 4 eleições entre 2012 e 2018, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 2.975 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SP, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com pessoal (R$ 11 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 952). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 25 mil em 2016 (57% com publicidade por materiais impressos) e R$ 64 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

1.303 votos em 2018 · 4 eleições

A votação de Jorge Antonio da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 18 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos

Jorge Fuzil declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2012 e 2016, e deputado estadual por São Paulo em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com pessoal (R$ 11 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil). Em 2016, 57% dos R$ 25 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, R$ 64 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 18 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 17 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 25 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42012, 2014, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
doações de pessoas
FEFC 44% · partido e outras campanhas 50% · pessoas 6%
Gasto contratado
R$ 17 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 11 mil64,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil29,5%
  • Materiais impressosR$ 9525,6%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 270,2%
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 20% · partido 68% · pessoas menos de 1% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 14 mil56,6%
  • PessoalR$ 5 mil19,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil8,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil7,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil7,7%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 64 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 64 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 21 mil32,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 15 mil23,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil17,5%
  • PessoalR$ 10 mil15,9%
  • Outras 5 categoriasR$ 7 mil10,3%
Ver a campanha anterior
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 87 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 41 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 38 mil91,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil3,3%
  • TelefoneR$ 9142,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 8502,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 3450,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892