Antonio Carlos Albino

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Antonio Carlos Albino
5 eleições entre 2016 e 2026 · último partido NOVO
61 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Albino (Antonio Carlos Albino) disputou 4 eleições entre 2016 e 2024, para vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Jundiaí em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por SP: 49.645 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por SP pelo NOVO. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 601 mil do Fundo Partidário e R$ 13 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 447 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 161 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 153 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 53 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 467 mil em 2022 (60% com serviços de terceiros) e R$ 32 mil em 2020.

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Evolução da votação nas eleições

49.645 votos em 2022 · 5 eleições · 2026 em disputa

A votação de Antonio Carlos Albino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 1 milhão em receitas · R$ 447 mil em gastos contratados

Albino declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Jundiaí (SP) em 2016 e 2020, deputado estadual por São Paulo em 2022, e deputado federal por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 601 mil do Fundo Partidário e R$ 13 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 447 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 161 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 153 mil); R$ 239 mil já foram pagos. Em 2022, 60% dos R$ 467 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2020, 67% dos R$ 32 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.

Receitas em 2026R$ 1 milhãoparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 447 milcontratados, parcial; R$ 239 mil pagos
Gastos em 2022R$ 467 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42016, 2020, 2022 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
sem doações de pessoas
FEFC 39% · Fundo Partidário 59% · partido 1%
Gasto contratado
R$ 447 mil
pago até agora: R$ 239 mil (54%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 161 mil36,0%
  • Materiais impressosR$ 153 mil34,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 53 mil11,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 50 mil11,2%
  • Outras 6 categoriasR$ 30 mil6,7%
2022Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 469 mil
sem doações de pessoas
FEFC 11% · Fundo Partidário 64% · partido e outras campanhas 11% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 467 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 282 mil60,3%
  • Materiais impressosR$ 93 mil19,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 29 mil6,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 21 mil4,5%
  • Outras 9 categoriasR$ 43 mil9,2%
2020Vereador, Jundiaí (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 45 mil
4 doadores pessoas físicas
partido 22% · pessoas 52% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 32 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 22 mil66,8%
  • Materiais impressosR$ 6 mil18,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil3,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil3,3%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 100 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil7,7%
Ver a campanha anterior
2016Vereador, Jundiaí (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 38 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 5% · próprios 95%
Gasto contratado
R$ 38 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 26 mil68,8%
  • Materiais impressosR$ 7 mil19,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil4,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil2,6%
  • Outras 6 categoriasR$ 2 mil5,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2016 e 2020 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885