Osvaldo de Castro (Osvaldo Castro Pinto) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Guanhães em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Guanhães/MG: 7.876 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Guanhães/MG, declarou R$ 161 mil em receitas: R$ 14 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 147 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 161 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 28 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil) e pessoal (R$ 21 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 134 mil.
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Evolução da votação nas eleições
5.123 votos em 2016 · 3 eleições
A votação de Osvaldo Castro Pinto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 161 mil em receitas · R$ 161 mil em gastos contratados
Osvaldo de Castro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Guanhães (MG) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 161 mil em receitas: R$ 14 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 147 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 161 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 28 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil). Em 2008, R$ 134 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 161 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 161 milcontratados
Gastos em 2008R$ 134 milcontratados, campanha encerrada
partido 4% · pessoas 12% · empresas 5% · próprios 79%
Gasto contratado
R$ 134 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 28 mil21,1%
PessoalR$ 27 mil20,4%
Materiais impressosR$ 22 mil16,7%
Locação de imóveisR$ 2 mil1,1%
Outras 14 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 55 mil40,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.