- Locação de imóveisR$ 40028,0%
- Publicidade por carros de somR$ 35725,0%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 27619,4%
- Serviços de terceirosR$ 27419,2%
- Outras 1 categoriaR$ 1208,4%

Ivan Costa (Manoel Ivan da Costa) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Ananindeua/PA, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 727 de outros recursos do partido e R$ 700 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 400), publicidade por carros de som (R$ 357) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 276). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 400, 100% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Ivan Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Ananindeua (PA) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 727 de outros recursos do partido e R$ 700 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 400) e publicidade por carros de som (R$ 357). Em 2012, 100% dos R$ 400 em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.