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Claudia Rombladi

Foto de Claudia Gomes Rombaldi
Claudia Rombladi
Claudia Gomes Rombaldi (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2018 · PROS
48 anos em 2018 · Feminino · Superior completo
Professor de Ensino Médio

Claudia Rombladi (Claudia Gomes Rombaldi) disputou 2 eleições entre 2016 e 2018, para deputada estadual e vereadora, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por RJ: 379 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por RJ, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 9 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 45). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 51% com publicidade por adesivos.

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Evolução da votação nas eleições

379 votos em 2018 · 2 eleições

A votação de Claudia Gomes Rombaldi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 19 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Claudia Rombladi declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em São Gonçalo (RJ) em 2016, e deputada estadual por Rio de Janeiro em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 9 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 45). Em 2016, 51% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por adesivos.

Receitas em 2018R$ 19 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2018Deputada estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 53% · pessoas 47%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 10 mil99,6%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 450,4%
2016Vereadora, São Gonçalo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 62% · pessoas 38%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil50,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 80027,6%
  • Materiais impressosR$ 58320,1%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 431,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.