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Kedma Karen

Foto de Kedma Karen da Silva
Kedma Karen
Kedma Karen da Silva (nome civil)
5 eleições entre 2012 e 2022 · PT
35 anos em 2022 · Feminino · Superior completo
Cientista Político
redes informadas ao TSE

Kedma Karen (Kedma Karen da Silva) disputou 5 eleições entre 2012 e 2022, para deputada federal, prefeita, deputada estadual e vereadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Cidade Ocidental em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2022, para deputada federal por GO: 4.810 votos. Na campanha de 2022 para deputada federal por GO, declarou R$ 290 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 290 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 111 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 55 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 96 mil em 2020 e R$ 34 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

4.810 votos em 2022 · 5 eleições

A votação de Kedma Karen da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 290 mil em receitas · R$ 290 mil em gastos

Kedma Karen declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereadora em Cidade Ocidental (GO) em 2012 e 2016, deputada estadual por Goiás em 2018, prefeita em Cidade Ocidental (GO) em 2020, e deputada federal por Goiás em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 290 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 290 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 111 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 55 mil). Em 2020, R$ 96 mil em gastos; em 2018, 52% dos R$ 34 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2022R$ 290 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 290 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 96 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2012 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputada federal, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 290 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 290 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 111 mil38,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 55 mil19,0%
  • Materiais impressosR$ 41 mil14,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 22 mil7,5%
  • Outras 9 categoriasR$ 61 mil21,2%
2020Prefeita, Cidade Ocidental (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 99 mil
8 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 60% · Fundo Partidário 20% · partido e outras campanhas 5% · pessoas 14%
Gasto contratado
R$ 96 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 32 mil32,8%
  • PessoalR$ 17 mil17,6%
  • Materiais impressosR$ 15 mil15,8%
  • Serviços contábeisR$ 15 mil15,6%
  • Outras 9 categoriasR$ 18 mil18,2%
2018Deputada estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 44 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 86% · pessoas 5% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 34 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 18 mil51,9%
  • Materiais impressosR$ 8 mil22,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil11,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil4,6%
  • Outras 7 categoriasR$ 3 mil9,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
2016Vereadora, Cidade Ocidental (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 98% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 11 mil54,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil15,6%
  • Materiais impressosR$ 3 mil14,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil7,1%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 250 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil8,0%
2012Vereadora, Cidade Ocidental (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
15 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 97% · empresas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil92,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5006,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1501,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleita em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.