Baiano

Foto de Antonio Mascarenhas Cardoso
Baiano
Antonio Mascarenhas Cardoso (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido DEM
61 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Vendedor de Comércio Varejista e Atacadista

Baiano (Antônio Mascarenhas Cardoso) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Coxim/MS: 123 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Coxim/MS, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas e R$ 20 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com pessoal (R$ 14 mil), serviços contábeis (R$ 6 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 196). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 51% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

74 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Antonio Mascarenhas Cardoso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 26 mil em receitas · R$ 25 mil em gastos

Baiano declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Coxim (MS) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas e R$ 20 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com pessoal (R$ 14 mil) e serviços contábeis (R$ 6 mil). Em 2016, 51% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 26 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 25 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereador, Coxim (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 22% · pessoas 78%
Gasto contratado
R$ 25 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 14 mil54,4%
  • Serviços contábeisR$ 6 mil22,6%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1960,8%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil22,2%
2016Vereador, Coxim (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido 20% · pessoas 80%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 90051,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 34819,7%
  • Materiais impressosR$ 27615,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 24013,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892