Deni da Vila

Foto de Ednilson Carvalho
Deni da Vila
Ednilson Carvalho (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PL
45 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Pedagogo

Deni da Vila (Ednilson Carvalho) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em São Francisco do Sul/SC: 138 votos. Na campanha de 2020 para vereador em São Francisco do Sul/SC, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com pessoal (R$ 4 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 14). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 8 mil, 50% com transporte ou deslocamento.

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Evolução da votação nas eleições

128 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Ednilson Carvalho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 6 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos

Deni da Vila declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Francisco do Sul (SC) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com pessoal (R$ 4 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 14). Em 2016, 50% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com transporte ou deslocamento.

Receitas em 2020R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 4 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, São Francisco do Sul (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido 26% · pessoas 41% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 4 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 4 mil99,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 140,3%
2016Vereador, São Francisco do Sul (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 54% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Transporte ou deslocamentoR$ 4 mil50,4%
  • PessoalR$ 2 mil20,2%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil12,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6468,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 6908,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892