- Serviços de terceirosR$ 106 mil42,5%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 33 mil13,0%
- Serviços contábeisR$ 31 mil12,3%
- Materiais impressosR$ 26 mil10,5%
- Outras 15 categoriasR$ 54 mil21,6%
César Augusto (César Augusto Ribas Moreira) disputou 4 eleições entre 2008 e 2020, para prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Canoas em 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Canoas/RS: 5.592 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Canoas/RS, declarou R$ 249 mil em receitas: R$ 228 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 249 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 106 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 33 mil) e serviços contábeis (R$ 31 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 44 mil em 2016 (54% com publicidade por materiais impressos) e R$ 19 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de César Augusto Ribas Moreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
César Augusto declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Canoas (RS) em 2008, 2012 e 2016, e prefeito em Canoas (RS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 249 mil em receitas: R$ 228 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 249 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 106 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 33 mil). Em 2016, 54% dos R$ 44 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, R$ 19 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.