Cintia de Almeida disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para vereadora e deputada federal, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Sorocaba em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputada federal por SP: 6.259 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Sorocaba/SP, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 5 mil), militância e mobilização de rua (R$ 5 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil.
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Evolução da votação nas eleições
790 votos em 2020 · 6 eleições
A votação de Cintia de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 27 mil em receitas · R$ 25 mil em gastos
Cintia de Almeida declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Sorocaba (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 5 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 5 mil). Em 2016, R$ 5 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 27 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 25 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil31,7%
Publicidade por adesivosR$ 1 mil27,9%
Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 410,8%
Outras 1 categoriainclui R$ 169 lançados como "diversas a especificar"R$ 1693,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020SUPLENTE790LSorocaba, São Paulo · 65 anos · Branca · Superior completo · Advogado · MDB · nº 15333 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2016SUPLENTE2.590LSorocaba, São Paulo · 61 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PMDB · nº 15333 · ver resultado completo
Deputado Federal · 2002SUPLENTE6.259GSP · 47 anos · Superior completo · Advogado · PMDB · nº 1572 · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO2.459LSorocaba, São Paulo · 45 anos · Superior completo · Advogado · PV · nº 43655 · ver resultado completo
Coligação: PT do B / PV
Vereador · 1996SUPLENTE1.219LSorocaba, São Paulo · 41 anos · Dado Inexistente · PSDB · nº 45696 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.