- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 17541,5%
- Materiais impressosR$ 13832,8%
- Publicidade por adesivosR$ 10825,7%

Magda Silva (Magda Socorro da Silva) disputou 1 eleição, em 2016, para vereadora em Congonhas/MG, com 27 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereadora em Congonhas/MG, declarou R$ 413 em receitas: R$ 64 do Fundo Partidário, R$ 249 de outras campanhas e R$ 100 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 421, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 175), publicidade por materiais impressos (R$ 138) e publicidade por adesivos (R$ 108).
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Magda Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Congonhas (MG) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 413 em receitas: R$ 64 do Fundo Partidário, R$ 249 de outras campanhas e R$ 100 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 421, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 175) e publicidade por materiais impressos (R$ 138).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.