Professor Claudionor

Foto de Claudionor Miranda de Farias
Professor Claudionor
Claudionor Miranda de Farias (nome civil)
1 eleição em 2014 · PSOL
47 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental

Professor Claudionor (Claudionor Miranda de Farias) disputou 1 eleição, em 2014, para deputado estadual por TO, com 246 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por TO, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 160 de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil), locação de imóveis (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil).

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Financiamento das campanhas

2014: R$ 9 mil em receitas · R$ 9 mil em gastos contratados

Professor Claudionor declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Tocantins em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 160 de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e locação de imóveis (R$ 3 mil).

Receitas em 2014R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 9 milcontratados
Campanhas12014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 71% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil27,8%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil27,8%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil16,1%
  • Materiais impressosR$ 1 mil15,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 1 mil13,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

1 candidatura

Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892