Mardônio (Mardônio Vilanova Queiroz) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, vice-prefeito e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Tocantinópolis em 2012, 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por TO: 1.793 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Tocantinópolis/TO, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 60 mil em 2014 e R$ 14 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
194 votos em 2020 · 8 eleições
A votação de Mardônio Vilanova Queiroz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 6 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos
Mardônio declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Tocantinópolis (TO) em 2008, 2012 e 2020, e deputado estadual por Tocantins em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Em 2014, R$ 60 mil em gastos contratados; em 2012, 55% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.
Receitas em 2020R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 60 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil9,4%
Outras 4 categoriasR$ 4 mil26,4%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2012NÃO ELEITO3.933LTocantinópolis, Tocantins · 43 anos · Superior completo · Servidor Público Estadual · PMDB · nº 40 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO463LTocantinópolis, Tocantins · 31 anos · Superior completo · PMDB · nº 15611 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PT / PSB / PPS
Vereador · 1996ELEITO389LTocantinópolis, Tocantins · 27 anos · Superior completo · Engenheiro · PMDB · nº 15605 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.