- Cessão ou locação de veículosR$ 293 mil39,1%
- Serviços de terceirosR$ 230 mil30,7%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 44 mil5,9%
- Materiais impressosR$ 41 mil5,5%
- Outras 21 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 142 mil18,9%

Zuse (Alvanir Fernando Zuse) disputou 1 eleição, em 2014, para deputado estadual por SC, com 5.933 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por SC, declarou R$ 751 mil em receitas: R$ 13 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 23 mil de doações privadas, R$ 283 mil de empresas e R$ 432 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 751 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 293 mil), serviços de terceiros (R$ 230 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 44 mil).
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Zuse declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Santa Catarina em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 751 mil em receitas: R$ 13 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 23 mil de doações privadas, R$ 283 mil de empresas e R$ 432 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 751 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 293 mil) e serviços de terceiros (R$ 230 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.