Toninho Pagani (Antônio Vidal Pagani) disputou 1 eleição, em 2014, para deputado estadual por SC, com 1.872 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por SC, declarou R$ 67 mil em receitas: R$ 7 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 60 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 67 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil), serviços de terceiros (R$ 12 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 8 mil).
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 67 mil em receitas · R$ 67 mil em gastos contratados
Toninho Pagani declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Santa Catarina em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 67 mil em receitas: R$ 7 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 60 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 67 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e serviços de terceiros (R$ 12 mil).
Preparação de campanha e instalação física de comitês de campanhaR$ 8 mil11,9%
Outras 9 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 17 mil26,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2014SUPLENTE1.872GSC · 60 anos · Branca · Ensino médio completo · Empresário · PP · nº 11135 · ver resultado completoprestação de contas
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.