Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulino Barbosa (Paulino Barbosa Filho) disputou 5 eleições entre 1996 e 2014, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1996, para vereador em São Bento do Sul/SC: 570 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por SC, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 26 mil de outros recursos do partido e R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 24 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil.
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Evolução da votação nas eleições
434 votos em 2014 · 5 eleições
A votação de Paulino Barbosa Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 29 mil em receitas · R$ 29 mil em gastos contratados
Paulino Barbosa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Bento do Sul (SC) em 2008, e deputado estadual por Santa Catarina em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 26 mil de outros recursos do partido e R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 24 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1 mil). Em 2008, R$ 4 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 29 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 29 milcontratados
Gastos em 2008R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50011,4%
Outras 3 categoriasR$ 77217,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004SUPLENTE505LSão Bento do Sul, Santa Catarina · 43 anos · Superior completo · Sacerdote Ou Membro de Ordem Ou Seita Religiosa · PP · nº 11603 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE534LSão Bento do Sul, Santa Catarina · 39 anos · Superior completo · Sacerdote Ou Membro de Ordens Ou Seitas Religiosas · PPB · nº 11603 · ver resultado completo
Coligação: PPB / PTB
Vereador · 1996SUPLENTE570LSão Bento do Sul, Santa Catarina · 35 anos · Ensino fundamental completo · Ministro de Culto Religioso · PPB · nº 11603 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.