Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jocimar Santos (Jocimar dos Santos de Lima) disputou 7 eleições entre 2008 e 2022, para deputado estadual, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Brusque em 2020; vereador de Jaraguá do Sul em 2012. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por SC: 6.589 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SC, declarou R$ 84 mil em receitas: R$ 11 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 54 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 88 mil, principalmente com pessoal (R$ 72 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 12 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 12 mil em 2020 (78% com pessoal) e R$ 79 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
6.589 votos em 2022 · 7 eleições
A votação de Jocimar dos Santos de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 84 mil em receitas · R$ 88 mil em gastos contratados
Jocimar Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Jaraguá do Sul (SC) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Santa Catarina em 2014 e 2022, deputado federal por Santa Catarina em 2018, e vereador em Brusque (SC) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 84 mil em receitas: R$ 11 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 54 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 88 mil, principalmente com pessoal (R$ 72 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 12 mil). Em 2020, 78% dos R$ 12 mil em gastos foram com pessoal; em 2018, 79% dos R$ 79 mil em gastos foram com pessoal.
Receitas em 2022R$ 84 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 88 milcontratados
Gastos em 2020R$ 12 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 26% · pessoas 14% · próprios 60%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil48,8%
Materiais impressosR$ 2 mil30,4%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 2364,8%
Outras 1 categoriaR$ 79516,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 20226.589não eleitoGSC · 45 anos · Branca · Superior completo · Vereador · DC · nº 27123 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2020ELEITO · MÉDIA1.099LBrusque, Santa Catarina · 43 anos · Branca · Superior completo · Administrador · DC · nº 27123 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Federal · 2018SUPLENTE3.337GSC · 41 anos · Branca · Superior completo · Administrador · DC · nº 2727 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.