Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Itamar Agnoletto (Itamar Antônio Agnoletto) disputou 8 eleições entre 2000 e 2022, para deputado federal, vice-prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: vice-prefeito de Chapecó em 2020; vereador de Chapecó em 2016, 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por SC: 8.315 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por SC, declarou R$ 455 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 39 mil de outras campanhas e R$ 16 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 399 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 148 mil), militância e mobilização de rua (R$ 76 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 44 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 31 mil em 2016 (43% com cessão ou locação de veículos) e R$ 102 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
8.315 votos em 2022 · 8 eleições
A votação de Itamar Antonio Agnoletto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 455 mil em receitas · R$ 399 mil em gastos
Itamar Agnoletto declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Chapecó (SC) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Santa Catarina em 2014, e deputado federal por Santa Catarina em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 455 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 39 mil de outras campanhas e R$ 16 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 399 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 148 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 76 mil). Em 2016, 43% dos R$ 31 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2014, R$ 102 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 455 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 399 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 31 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 15% · pessoas 30% · empresas 5% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil22,1%
Serviços de terceirosR$ 2 mil15,6%
Materiais impressosR$ 2 mil14,9%
Materiais de expedienteR$ 2702,1%
Outras 5 categoriasinclui R$ 945 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil45,4%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004ELEITO1.993LChapecó, Santa Catarina · 41 anos · Ensino médio completo · PP · nº 11611 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2000SUPLENTE1.228LChapecó, Santa Catarina · 37 anos · Ensino médio completo · Servidor Publico Estadual · PPB · nº 11611 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.