Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr Mello (José Carlos Mello) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Criciúma em 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SC: 5.502 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Criciúma/SC, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 26 mil em 2016 e R$ 56 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
239 votos em 2020 · 7 eleições
A votação de José Carlos Mello em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 17 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos
Dr Mello declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Criciúma (SC) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Santa Catarina em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 4 mil). Em 2016, R$ 26 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 56 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 17 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 15 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 26 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 13% · pessoas 21% · empresas 4% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 28 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil19,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil7,1%
Materiais impressosR$ 1 mil4,7%
PessoalR$ 1 mil3,9%
Outras 7 categoriasinclui R$ 821 lançados como "diversas a especificar"R$ 18 mil64,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE637LCriciúma, Santa Catarina · 43 anos · Superior completo · Médico · PPS · nº 23001 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.