Deglaber

Foto de Deglaber Goulart
Deglaber
Deglaber Goulart (nome civil)
7 eleições entre 2000 e 2020 · último partido MDB
57 anos em 2020 · Masculino · Superior incompleto
Comerciante
redes informadas ao TSE

Deglaber (Deglaber Goulart) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Florianópolis em 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SC: 5.890 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Florianópolis/SC, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 14 mil), publicidade por adesivos (R$ 980) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 84). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 37 mil em 2016 e R$ 127 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

856 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Deglaber Goulart em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 17 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos

Deglaber declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Florianópolis (SC) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Santa Catarina em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 14 mil) e publicidade por adesivos (R$ 980). Em 2016, R$ 37 mil em gastos contratados; em 2014, 51% dos R$ 127 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2020R$ 17 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 15 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 37 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2020Vereador, Florianópolis (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
sem doações de pessoas
FEFC 70% · partido 7% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 15 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 14 mil93,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 9806,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 840,6%
2016Vereador, Florianópolis (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 21% · pessoas 15% · próprios 64%
Gasto contratado
R$ 37 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 9 mil25,4%
  • Materiais impressosR$ 8 mil21,4%
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil16,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil9,3%
  • Outras 6 categoriasR$ 10 mil27,2%
2014Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 125 mil
43 doadores pessoas físicas
pessoas 42% · empresas 57% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 127 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 65 mil51,4%
  • Materiais impressosR$ 30 mil23,6%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 12 mil9,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 9 mil7,0%
  • Outras 5 categoriasR$ 10 mil8,2%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Florianópolis (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 80 mil
95 doadores pessoas físicas
pessoas 16% · empresas 72% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 81 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 43 mil53,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 18 mil22,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 10 mil12,2%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 6 mil6,8%
  • Outras 5 categoriasR$ 4 mil5,2%
2008Vereador, Florianópolis (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 64 mil
142 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 27% · empresas 40% · próprios 16% · outras 14%
Gasto contratado
R$ 64 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 17 mil26,8%
  • Materiais impressosR$ 12 mil18,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8 mil12,9%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 7 mil11,4%
  • Outras 6 categoriasR$ 19 mil30,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892