- Serviços de terceirosR$ 39 mil55,2%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 19 mil27,5%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 7 mil10,0%
- Materiais impressosR$ 3 mil4,2%
- Outras 3 categoriasR$ 2 mil3,1%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Airton Paraibinha (Airton Pereira de Araujo) disputou 1 eleição, em 2014, para deputado estadual por RO, com 2.532 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por RO, declarou R$ 70 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 39 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 19 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 7 mil).
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Dr. Airton Paraibinha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Rondônia em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 70 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 39 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 19 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.