- PessoalR$ 16 mil35,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil24,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil18,2%
- Materiais impressosR$ 5 mil11,2%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil11,1%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Célia Pastório (Celia Brassoroto Fenali) disputou 2 eleições entre 2010 e 2014, para deputada estadual e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputada federal por RO: 18.094 votos. Na campanha de 2014 para deputada estadual por RO, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 17 mil de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 4 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com pessoal (R$ 16 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 9 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 212 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Celia Brassoroto Fenali em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Célia Pastório declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Rondônia em 2010, e deputada estadual por Rondônia em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 17 mil de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 4 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com pessoal (R$ 16 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil). Em 2010, R$ 212 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.