Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ivone Cassol (Ivone Mezzomo Cassol) disputou 1 eleição, em 2014, para senadora por RO, com 160.964 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para senadora por RO, declarou R$ 4,3 milhões em receitas: R$ 670 mil do Fundo Partidário, R$ 369 mil de outras campanhas, R$ 78 mil de doações privadas (33 doadores), R$ 72 mil de empresas e R$ 3,1 milhões de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4,3 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1,2 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 1 milhão) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 milhão).
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 4,3 milhões em receitas · R$ 4,3 milhões em gastos contratados
Ivone Cassol declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senadora por Rondônia em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 4,3 milhões em receitas: R$ 670 mil do Fundo Partidário, R$ 369 mil de outras campanhas, R$ 78 mil de doações privadas (33 doadores), R$ 72 mil de empresas e R$ 3,1 milhões de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4,3 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1,2 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 milhão).
Fundo Partidário 16% · partido e outras campanhas 9% · pessoas 2% · empresas 2% · próprios 72%
Gasto contratado
R$ 4,3 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 1,2 milhão28,2%
Materiais impressosR$ 1 milhão24,0%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 milhão23,4%
Serviços de terceirosR$ 278 mil6,5%
Outras 18 categoriasinclui R$ 20 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 249 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 763 mil17,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.