- Militância e mobilização de ruaR$ 603 mil30,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 368 mil18,7%
- Serviços de terceirosR$ 312 mil15,9%
- Publicidade por adesivosR$ 173 mil8,8%
- Outras 13 categoriasR$ 507 mil25,8%
Segundo o Radar do Voto, Acir Gurgacz (PDT) teve 72.490 votos para senador por Rondônia em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Acir Gurgacz (Acir Marcos Gurgacz) disputou 7 eleições entre 2000 e 2026, para senador, governador e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: senador em 2014; prefeito de Ji-Paraná em 2000. A maior votação foi em 2014, para senador por RO: 312.614 votos. No Senado Federal, teve R$ 152,6 milhões empenhados em 95 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 59 municípios; 98% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para senador por RO, declarou R$ 3,1 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 71 mil do Fundo Partidário, R$ 9 mil de outras campanhas, R$ 28 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 603 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 368 mil) e serviços de terceiros (R$ 312 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,6 milhões em 2022 e R$ 3,9 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Acir Marcos Gurgacz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Acir Gurgacz declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: senador por Rondônia em 2006, 2014, 2022 e 2026, e governador por Rondônia em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,1 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 71 mil do Fundo Partidário, R$ 9 mil de outras campanhas, R$ 28 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 603 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 368 mil); R$ 875 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 2,6 milhões em gastos; em 2018, R$ 3,9 milhões em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Acir Gurgacz teve R$ 152,6 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 95 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 59 municípios. Já foram pagos R$ 149,7 milhões (98%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Ji-Paraná, Alta Floresta D'Oeste e Santa Luzia D'Oeste. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 109,5 milhões em 69 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 43,1 milhões em 26 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 59 milhões | R$ 59 milhões | 100% | 23 | 37 |
| 2022 | R$ 18,3 milhões | R$ 18,3 milhões | 100% | 15 | 19 |
| 2021 | R$ 16,2 milhões | R$ 16,2 milhões | 99% | 15 | 12 |
| 2020 | R$ 15,7 milhões | R$ 15,6 milhões | 99% | 13 | 20 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 109,2 milhões | R$ 109,1 milhões | 99% | 66 | 49 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.