Zé Luis Filho

Foto de José Luis da Costa Filho
Zé Luis Filho
José Luis da Costa Filho (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2014 · PT do B
53 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Bancário e Economiário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zé Luis Filho (José Luis da Costa Filho) disputou 2 eleições entre 2012 e 2014, para deputado estadual e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por PI, declarou R$ 100 mil em receitas: R$ 100 de outras campanhas, R$ 41 mil de doações privadas (14 doadores), R$ 8 mil de empresas e R$ 51 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 49 mil), serviços de terceiros (R$ 18 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 17 mil).

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Financiamento das campanhas

2014: R$ 100 mil em receitas · R$ 100 mil em gastos contratados

Zé Luis Filho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Piauí em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 100 mil em receitas: R$ 100 de outras campanhas, R$ 41 mil de doações privadas (14 doadores), R$ 8 mil de empresas e R$ 51 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 49 mil) e serviços de terceiros (R$ 18 mil).

Receitas em 2014R$ 100 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 100 milcontratados
Campanhas12014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 100 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 41% · empresas 8% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 100 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 49 mil48,9%
  • Serviços de terceirosR$ 18 mil17,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 17 mil17,2%
  • Materiais impressosR$ 10 mil10,3%
  • Outras 6 categoriasR$ 6 mil6,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892