Segundo o Radar do Voto, Ziza Carvalho (MDB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Piauí em 2026, com 27.117 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ziza Carvalho (Luiz Henrique Sousa de Carvalho) disputou 4 eleições entre 2014 e 2026, para deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por PI: 27.117 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PI, declarou R$ 316 mil em receitas: R$ 236 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 75 mil do Fundo Partidário e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 278 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 105 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 43 mil) e serviços advocatícios (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 500 mil em 2022 e R$ 170 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
27.117 votos em 2026 · 4 eleições
A votação de Luiz Henrique Sousa de Carvalho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 316 mil em receitas · R$ 278 mil em gastos contratados
Ziza Carvalho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Piauí em 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 316 mil em receitas: R$ 236 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 75 mil do Fundo Partidário e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 278 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 105 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 43 mil); R$ 214 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 500 mil em gastos; em 2018, R$ 170 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 316 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 278 milcontratados, parcial; R$ 214 mil pagos
Gastos em 2022R$ 500 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 62% · pessoas 17% · empresas 3% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 162 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 116 mil71,3%
Cessão ou locação de veículosR$ 22 mil13,6%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil5,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil3,1%
Outras 4 categoriasR$ 11 mil6,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.