- Serviços contábeisR$ 10 mil42,5%
- Serviços advocatíciosR$ 8 mil34,4%
- Materiais impressosR$ 3 mil12,3%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3001,3%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 2 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 2 mil9,4%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Valdy Portela (Valdy José Portela da Costa) disputou 4 eleições entre 2014 e 2020, para prefeito, deputado federal, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por PI: 447 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2020 para prefeito em Barras/PI, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 23 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 10 mil), serviços advocatícios (R$ 8 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 13 em 2018 (100% com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito) e R$ 5 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Valdy José Portela da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Valdy Portela declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Piauí em 2014, vereador em Barras (PI) em 2016, deputado federal por Piauí em 2018, e prefeito em Barras (PI) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 23 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 10 mil) e serviços advocatícios (R$ 8 mil). Em 2018, 100% dos R$ 13 em gastos foram com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito; em 2016, 42% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.