Marcelo Napoleao

Foto de Marcelo Costa Napoleao do Rego
Marcelo Napoleao
Marcelo Costa Napoleao do Rego (nome civil)
2 eleições entre 2006 e 2014 · último partido PSB
60 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Engenheiro

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcelo Napoleao (Marcelo Costa Napoleão do Rêgo) disputou 2 eleições entre 2006 e 2014, para deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PI: 14.810 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por PI, declarou R$ 130 mil em receitas: R$ 97 mil de doações privadas (35 doadores) e R$ 33 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 130 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 32 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil) e pessoal (R$ 12 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 42 mil, 42% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

14.759 votos em 2014 · 2 eleições

A votação de Marcelo Costa Napoleao do Rego em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 130 mil em receitas · R$ 130 mil em gastos contratados

Marcelo Napoleao declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Piauí em 2006 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 130 mil em receitas: R$ 97 mil de doações privadas (35 doadores) e R$ 33 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 130 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 32 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil). Em 2006, 42% dos R$ 42 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2014R$ 130 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 130 milcontratados
Gastos em 2006R$ 42 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 130 mil
35 doadores pessoas físicas
pessoas 75% · empresas 25%
Gasto contratado
R$ 130 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 32 mil24,9%
  • Materiais impressosR$ 29 mil22,2%
  • PessoalR$ 12 mil8,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil7,8%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 121 lançados como "diversas a especificar"R$ 47 mil36,2%
2006Deputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 42 mil
14 doadores pessoas físicas
pessoas 5% · próprios 95%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 18 mil42,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil12,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5 mil12,0%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 3 mil7,3%
  • Outras 7 categoriasR$ 11 mil26,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892